segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Vale mais assim...

 
Ontem foi reinaugurado o nosso campo de futebol, podemos dizer que o momento foi de festa, contudo sabemos da existência de alguma tristeza.
  A inercia da Associação, o desinteresse das gentes de Alvre, a falta de apoio das várias entidades, o pensamento festivo e festivaleiro de um povo, a falta de cultura associativista, o espirito de ajuda e entreajuda irreal, a aversão à atividade desportiva e o sentido de donos do seu nariz, levou a que o nosso campo de futebol chega-se ao estado degradante em que se encontrava.
  Alguém exterior pôs mão à obra, trabalhou, encetou contactos, dialogou com os remanescentes da Associação e conseguiu, com a ajuda dos seus pares e parcos apoios, levar a bom porto o trabalho de melhoramentos realizados. Sabemos que se deseja mais, que o trabalho não está acabado, não está perfeito, longe disso, porém já se pode treinar e olhar o espaço com olhos de recuperação.
Parabéns Mário Mota
 P.S. Foi grato ver que a população do lugar foi congregadora e unificadora.

 “Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em conjunto é a vitória” Henry Ford

sábado, 16 de julho de 2011

Cartaz das Festas 2011


As nossas grandiosas festas

quinta-feira, 18 de março de 2010

SILÊNCIO

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Estatisticas


Terminado o Campeonato é tempo de análise e estudo relativamente à contribuição e participação de cada atleta. Pretende-se dar a conhecer a todos Associados alguns pormenores que poderão e deverão interpretar, independentemente da análise aqui feita. Há coisas relevantes que é da mais elementar justiça referir. O “quadro” acima exibe o nº de participações de cada um sendo que o nº de jogos que realizamos oficialmente foi, 28. Aqui ressalta de forma clara e evidente, aquilo que já sabíamos, dos 31 inscritos aqueles que foram as pedras basilares. Mais que os supostos dirigentes.
Uma menção muito forte e honrosa para os dois primeiros, o Cláudio e Nuno, só falharam a presença num jogo por motivos de impedimento disciplinar e não por vontade própria. Quem numa época, sem qualquer obrigação, renumeração, compensação e por vezes criticados ou a ficar no banco dos suplentes, falha apenas uma presença e mesmo essa não é por sua vontade só posso dizer HOMENS com H muito grande, HOMENS de palavra a quem um OBRIGADO e AGRADECIMENTO publico é insignificante mas aqui fica. De referir que um reside no Porto e o outro em Stª Comba nunca disseram NÃO. Foram muitas vezes reboque de outros em nome da Associação Stª Marta-ALVRE.
O Pedro Miranda é o HOMEM dos HOMENS que se segue, deste só pode ser dito. SEM ELE OS OUTROS NÃO EXISTIAM. Foi o motor da equipa, foi o principal responsável pela equipa existir. Esteve sempre presente. Os elementos por ele contactados, e seus amigos, foram a espinhal dorsal da presença em campo. As duas faltas correspondem a um castigo e doença(lesão) mas esteve presente com equipa isso só por si diz da sua aplicação. A ELE a Associação não pode agradecer tem de fazer uma vénia. Outros deveriam ter seguido o seu exemplo, é claro, ainda foi criticado.
O dois manos Ferreira, também em lugar de destaque, sempre certinhos e não se poupando a esforços característica muito intrínseca e própria, pouco ou nada falharam, sempre presentes nos momentos difíceis.
Do Ilídio o nosso mister, nada é de admirar. 21 Presenças e as de técnico, portanto, a dobrar. Incansável, cumpridor e não “pertence” à Associação. Este sabe o que passamos, ele principalmente, até ao Hospital foi. Sem palavras.
Luis Carlos, um caso admirável em conjunto com o Tiago que nos próximos quadros dará para perceber. O exemplo dos exemplos.
Para o Marco e André o número de presenças responde por si.
José António e Jorge, as presenças mais que possíveis. Por eles estavam sempre presentes mas a vida por vezes não possibilita.
Nesta longa lista com direito a referencia aparece o Jaime que como poderão ver o número de presença não corresponde à assiduidade que é muito mais elevada. Falhou um jogo.
Vou ainda mencionar mais alguns que por uma ou outra razão foram imprescindíveis e nunca poderão ser esquecidos nesta lista presenças. Por vezes uma presença esforçada vale mais que muitas….. Assim, Filipe, Macário, Leão, Márcio, Ernesto e de outros, Abílio, António e Tozé ou Nelson.
De outros alguns, ainda, existem uma reminiscência numa lista que também alguns nem deviam estar, mas estão, outros pouco ou nada fizeram, e ainda aqueles que fizeram mas nada foi de positivo, nem por isso seu nome é extinto. Terminamos sem espinhas.
O nosso segundo quadro representa o numero de jogos realizados em casa, os participantes, jogos efectuados a titular e ou a suplente. No seguimento do quadro anterior em relação ao número de participações eram de prever que os atletas com mais participações apareceriam também nos primeiros lugares. Assim é de facto, mas existem algumas alterações que faremos referencia. O objectivo é identificar, através deste e o quadro seguinte, as diferenças entre os jogos em casa e fora, mas principalmente os jogos em cada um foi titular ou suplente, fazendo o relacionamento com sua presença e assiduidade.
O primeiro lugar é mantido pelo Cláudio que fez o pleno em termos de titularidade, 13 jogos 13 vezes titular, foi acompanhado neste aspecto pelo José António, 10 jogos 10 vezes titular, Jaime 8J T, Filipe 6J T, Abílio 5J T. Estas são as presenças, sempre a titular, do núcleo “forte”. Nos que não foram sempre titulares com presenças importantes temos o 2º lugar do Bruno, totalidade de presenças, numa foi suplente mas sempre sólido. Temos nos lugares seguintes aqueles que sempre foram os bastiões da equipa, Nuno (1), Pedro (1), Rodolfo (1), André (1), Ilídio (2), Marco (2), Jorge (2) que só falharam por motivos excepcionais sendo imperecíveis no seu apoio mesmo na ausência.
Mais uma vez, os nossos “meninos queridos”, espero que eles não fiquem chateados, se distinguem pela positiva. O Luis Carlos e o Tiago com 9 e 8 presenças. O Tiago não falhou um único jogo. A positividade está essencialmente por, o Luis Carlos não fez um único jogo a titular, o Tiago um jogo. Isto representa hombridade, respeito, consideração, disciplina, com eles todas as derrotas são saborosas, todo o sofrimento e aprazível e caminho por mais tortuoso que seja não custa percorre.
Adoptando o exemplo destes homens em numero mais reduzido e com outra dimensão são referencia o, Márcio, Ernesto e porque não o Tozé.
Aparecer, jogar, ser herói e só saber ganhar é facílimo e ainda mais fácil é ser uma vez suplente, desaparecer ou ainda ser tudo, mas tenho de ser o “dono”, para perder não estou cá, basta consultar a lista.

Terceiro quadro, pouco difere do anterior, apenas o reforça, elucida e corrobora e já descrito. Verificado o primeiro lugar do Nuno o segundo do Pedro e o incrível quarto lugar do Luis Carlos não podemos fazer mais qualquer comentário, conhecemos cada um dos elementos. Sempre presentes, em casa ou fora. Evidentemente que não jogaram sós, temos de seguida os tais manos Ferreira e outros que em numero pode parecer que não estiveram presentes, mas estiveram. Relembrar que o Jaime, Tiago e o Filipe por exemplo foram inscritos em Dezembro.
Verificando o “quadro” o numero de atletas presentes fora foi praticamente igual ao de casa, isto deu origem a que tivéssemos em quatro jogos 11 elementos, 11 elementos. Realizamos 15 jogos fora, mais dois do que em casa, está aqui incluído o jogo da taça. Repito em quatro jogos apenas tivemos 11 elementos em 3 jogos 13 elementos e estes sim são os elementos com garra e desejo de vencer, não fugiram da luta.



O nosso quarto quadro espelha de forma mais rigorosa a presença de cada atleta. Confirma a assiduidade dos elementos já referidos anteriormente. Nuno, Claúdio,Tiago, Jaime, Pedro.............

Por fim colocamos este quadro só para dar ênfase e relação entre os que terminaram e foram muitas vezes suplentes. Prova que uma equipa é feita por todos, os suplentes são tão ao mais importantes que os titulares. Sem Luis Carlos, Tiago, Márcio, Filipe, Ernesto, Jorge, Nuno etc. não concluíamos o Campeonato. Obrigado, foram os obreiros desta Associação, justificaram aos que têm arrufos de altivez o que é a humildade, espírito de entre ajuda, colaboração, o respeito por todos e pela Instituição que se prontificaram a representar. Para além da vitória existe o homem.
Na proxima época se existir a nossa participação.........

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A nossa



Tudo tem sentido.

Tudo tem justificação

Cada um seu objectivo

Cada um sua razão

terça-feira, 27 de maio de 2008

Ufa

Último jogo, parabéns pela vitória ao Vila Cova, sem comentários.
Alguém deve sentir uma derrota por termos chegado ao fim. Ufa


Obrigado,

Márcio Filipe Ferreira Coelho
Ilídio Manuel da Silva Vieira
José António Dias Moreira
André Filipe Soares Vieira
Macário Nuno Vieira da Costa
António José Vieira da Mota
Luis Carlos da Silva Coelho
Ernesto da Silva Barbosa
Marco André da Cunha Ferreira
Nuno Jorge Soares da Cunha
Pedro Luis da Silva Leão
Pedro Alexandre Lopes Miranda
Bruno Martins Ferreira
Paulo Jorge Vieira Teixeira
Claudio Rafael Dias Costa
Rodolfo Martins Ferreira
Filipe Ernesto Silva Ferreira
Tiago Miguel Nogueira Rocha
Jaime António Ferreira Soares
António José Silva Rocha
Filipe Miguel Fernandes Baptista

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Último


sábado, 17 de maio de 2008

Concluído.

Concluído o processo decorrente do jogo Stª Marta - C.Cepeda o saldo foi o castigo de 3 jogos de suspensão ao Pedro e 5 ao Jaime sendo que no C. Cepeda foram punidos 2 atletas com 5 jogos de castigo.
O Castelões de Cepeda foi ainda punido com a pena de derrota neste jogo que nada tem a haver esta punição com os acontecimentos ocorridos no jogo.
A punição dos atletas foi resultado da audição dos intervenientes no jogo, árbitros e delegados. No concerne à reunião dos elementos da AFPP com os delegados esta decorreu de forma cordial e foi em nossa opinião uma reunião que não espelha o que se passou em campo.
O único objectivo, punir os infractores, era de alguma forma humanamente impossível pois todos os atletas se envolveram, uns como forma de acalmar os ânimos e outros porventura para os aumentar.
Punir no seu conjunto toda a equipa ou equipa não foi também a solução a que as partes chegaram, apesar dos regulamentos o permitirem e eventualmente os acontecimentos se enquadrarem num ou noutro artigo que poderia ser irradiação.
Chegado a um consenso entre todas as partes de quem iniciou o “conflito” ou no mínimo foi identificado como estando nele envolvido ficou ao critério da comissão de disciplina aplicar as penas.
Nós, Stª Marta, temos razões suficientes para não concordar com as penas, por exemplo a pena do Pedro, reconhecemos que no global as mesmas foram muitos ténues.
Aceitamos e concordamos que muitos outros poderiam ser punidos e o Pedro absolvido por provavelmente ter feito menos que “alguns”. Afirmamos que os meios de prova são difíceis e a identificação do infractor e primordial. O Pedro foi identificado.
O Castelões terá ficado mais satisfeito que nós, porquê?
No nosso comentário ao jogo fizemos referencia à suspeita e indisciplina. Continuamos
Hoje, com tudo terminado e já não existindo hipótese de alterações verificamos que o Castelões é das equipas mais indisciplinadas do campeonato. Ver disciplina. O Castelões (principalmente um atleta) provocou durante o jogo todo. O Castelões mesmo vencendo o jogo o perdia porque estava jogar indevidamente com alguns jogadores (motivo da punição –derrota-). O Castelões e Stª Marta a serem punidos justamente o Castelões não joga o jogo da Taça.
O Stª Marta, como sempre nada tinha a ganhar ou perder, acabou por perder dois atletas e ficou de consciência tranquila de que colaborou a bem do futebol.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Suspeita

Jogo Suspenso aos 68 minutos
Antes do início do jogo conjecturava que o encontro seria fácil e tinha tudo para encerrar-mos o campeonato nos nossos jogos em casa com uma vitória.
A equipa do Castelões, era, sem menosprezo, uma equipa dentro do nível da nossa, o que até era visível pela tabela classificativa, jogávamos em Lagares campo de grandes dimensões o que não propiciava muito o contacto e poderíamos com os atletas presentes distribuir o nosso futebol aproveitando a velocidade do Jorge e do António.
Havia sempre o ónus chamado Castelões, que eu tinha conhecimento pelo seu curriculum, não era uma equipa disciplinada. Até este encontro tinha 78 amarelos 4 Vermelhos de Acumulação 5 Vermelhos Directos, sendo que totalizava entre os seus atletas 23 jogos de suspensão.
Este pormenor não foi transmitido aos nosso atletas, antes, foi lhe dada liberdade de comportamento, pois num anterior jogo (com o Besteiros) uma eventual conquista pela nossa equipa da taça de disciplina tinha se perdida com a expulsão do Marco e do Cláudio. A equipa também nunca tinha tido qualquer comportamento menos digno ou de reparo e repito o encontro não previa dificuldades ou pressão e nunca foi objectivo da Stª Marta preocupar-se com as outras equipas.
Não previa dificuldades mas o tal pormenor da indisciplina começou sem qualquer razão aparente a surgir na equipa adversária e através do seu nº 21 Ricardo Nogueira que hoje digo não ser digno deste Campeonato.
As suas picardias com o António resultaram em 2 amarelos um para cada atleta sendo que tenho a convicção e a SUSPEITA da existência de premeditação pois foi este atleta a despoletar toda a situação que originou o fim do jogo. Tendo de objectivamente apontar um culpado chama-se Ricardo Nogueira, mas logo após o fim do processo se verá.
Aos 68 minutos com o resultado em 1-2 após uma falta sofrida pelo Rodolfo gerou-se a confusão em que os nossos atletas e os atletas do Castelões se agrediram mutuamente. Perante estes factos o Sr. Arbitro Ricardo Nunes decidiu, e bem, não ter condições para continuar o jogo, pesando o facto de nada ser passado com ele ou ter sofrido qualquer ameaça ou ainda a sua integridade ter sido posta em causa.Findos os factos todos regressaram aos balneários sem quaisquer outros incidentes aguarda-se as averiguações e abertura do processo pela AFPP.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Passo a Passo


terça-feira, 6 de maio de 2008

A visita ao "Campeão"

Abrimos o nosso comentário na forma como terminamos o último. A obrigação do dever. Abandonar, jamais. Colocar em “causa” o nome da Associação Stª Marta, nunca. Apesar do sentimento de abandono sentido em relação àqueles que deveriam no mínimo estar ao lado.
Apresentamo-nos na Aveleda com 11 elementos, onze bravos, que se disponibilizaram a percorrer a distância mais longa das deslocações para representar a Associação apenas com o sentimento de honrar a sua palavra e cumprir o DEVER assumido. Não procuraram resultados ou louros, apenas, jogar futebol, praticar desporto e conviver com os, esperamos, futuros campeões. O resultado espelha a diferença entre as equipas e consideramos justo. O desportivismo imperou, tendo até, originado um cartão amarelo engraçado e ao mesmo tempo desnecessário. O nosso Capitão José António decidiu fazer um “comboinho” agarrando por trás um adversário “com poses menos dignas” mas muito desportivas e de Fair-play o árbitro com Fair-play o advertiu. Este facto é a imagem real deste jogo e em sua consequência (salvo seja) as duas equipas acabaram a tomar banho no mesmo balneário. O resultado só foi importante porque tinha de existir para o Aveleda cimentar a posição de líder.
Agradecemos aos 11 bravos por mais este esforço.
Hoje deixamos aqui, também, uma palavra de agradecimento à Junta de Freguesia de Aguiar de Sousa pela cedência do transporte e um Muito Obrigado ao Sr. Norberto funcionário da Junta e motorista da viatura pela sua colaboração, compreensão e paciência com estes “bandidos” que só lhe dão trabalho.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Com pontos

Dia 1 Maio, dia do trabalhador. Foi com trabalho duplo que se passou mais uma jornada
Foi extremamente difícil juntar onze atletas, por razões várias, todos os contactos barraram numa impossibilidade. Até percebemos, aceitamos e são justos os seus argumentos era dia do Trabalhador.
Conseguimos cumprir a nossa obrigação no aspecto desportivo e o que de facto nos deixou muito apreensivos e desmotivados foi não conseguir cumprir a nossa obrigação em termos de apoio e acompanhamento aos atletas. Há quem julgue que outras coisas são mais importantes.
Os golos sofridos, os três pontos perdidos, é já passado, como temos dito pouco importante. Os nove pontos com que nosso incansável treinador, atleta, colaborador, apoiante Ilídio Vieira foi suturado na cabeça é que foi e é preocupante por não lhe ter sido dado o apoio necessário.
Numa jogada de futebol ao saltar a uma bola conjuntamente com um adversário ambos bateram com a cabeça tendo os dois atletas seguido para o Hospital Padre Américo em Penafiel com as consequências conhecidas.
Instalada a preocupação, muita, 10 atletas em campo, um elemento a acompanhar a equipa, não tínhamos ninguém para acompanhar o Ilídio, não tínhamos qualquer viatura, fomos transportados na carrinha da Junta, foi então uma alma caridosa do U.D. de Lagoas, a quem agradecemos, transportou ambos ao Hospital e uma outra alma caridosa, a quem também agradecemos sentidamente a dedicação e o esforço feito, apareceu. O Filipe Miranda que por coincidência foi para ver o jogo disponibilizou-se a acompanhar o Ilídio e não mais o deixou. O Filipe saiu de Lagoas ás 11H15 e abandonou o Hospital só após ele ter alta cerca das 14H45.
Portanto, a nossa maior alegria, após o abandono, foi ver o Ilídio a sair do Hospital e comunicar com a família de que tudo estava bem e depois “entrega-lo” em casa já com mais nove pontos que muita falta fazem à Stª Marta.
A tristeza e desmotivação é ……………….não podemos dizer o que nos vai no coração.

Para Domingo há mais em Aveleda e lá estaremos porque o dever a tal nós obriga. Abandonar, já mais, pelo respeito que todos nós merecem.
Bem-haja aos atletas, bem-haja o Ilídio e muito bem-haja o Filipe Miranda.


“O sucesso não tem nada a ver com os êxitos que conseguimos na vida. Sucesso é o que conseguimos fazer pelos outros.”

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Futsal - Feminino - Domingo 04 Maio 08


27ª Jornada


segunda-feira, 28 de abril de 2008

Jogo em atraso


26ª Jornada

domingo, 27 de abril de 2008

A pressão do fim.!!!!!

A pressão como forma de pressão para atingir objectivos.

Hoje neste jogo, para nós e mais uma vez, o resultado pouco ou nada interessa. Queríamos pontuar ou vencer como sempre, mas sabíamos das dificuldades e do desgaste físico de alguns elementos que participaram no torneio de futsal do Projecto “Contigo Vais” no dia 25 de Abril. A participação requereu a realização de três jogos e muita aplicação. O resultado de 0-6 tem alguma justificação neste facto e é também consequência de vários factores, expulsões, qualidade do adversário, o futebol e um extra futebol.
É o extra futebol, jogado, deste jogo que vamos comentar e fazer uma analise, a nossa, das vantagens ou desvantagens da pressão que foi exercida, se é este o caminho correcto, confirmar quem esta preparado para aguentar a pressão e a “permissividade” com que ela é aplicada. Ao abordar a matéria temos a consciência, que se justificaria uma abordagem mais profunda e escalpelizada a uma realidade presente todos os dias no nosso campeonato.
Esta pressão existe, no nosso parecer, de forma já estruturada nas equipas mais “experientes” e com finalidade de ganhar. Está organizada e já enraizada, faz parte da cultura, mesmo nos momentos em que os objectivos estão já conseguidos e são um dado adquirido continuam a exerce-la sem qualquer tipo de pudor, razão ou outro fim, não conseguimos vislumbrar, que não seja porventura descarregar a ira.
Será uma vantagem? Sim, principalmente quando do lado oposto se encontra alguém presumivelmente menos preparado ou menos capaz, quiçá menos inteligente ou inexperto sendo que quem a aplica não tem culpa das fragilidades do adversário.
É legítima existência da pressão? Não, as vitorias são obtidas pela diferença entre os golos marcados e sofridos e nunca pela coacção, tensão sobre qualquer trio de Homens que no seu âmago estão a conferir o melhor de si e "inconscientemente" se vão abstraindo do que é justo e de bom senso, isto, sem que o aplicado esteja fora da lei mas é aplicado de forma desigual e apenas porque a coação no seu pior sentido está presente e o tal poder cognitivo, neste caso do trio, foi susceptível de ser alterado.
É este caminho que TODOS devemos seguir? Não, temos a noção e é tão visível, no desporto, no trabalho, na imprensa etc. que é já uma praga.
O que é preocupante são as dimensões e sua “permissividade”, a mistura, a intromissão, o diluir das fronteiras, a adulteração da real e lógica dimensão dos factos em nome da vitória desportiva e imediata que apenas alimenta o ego e faz de alguns, hoje, Rambos e amanhã Cinderelas mais pudicas que qualquer Virgem Maria que como é possível confirmar aconteceu em outros lugares e todas as semanas vamos confirmando através dos relatórios da AFPP. Algo deve e pode ser feito.
Os únicos culpados do que aconteceu neste jogo SOMOS NÓS, não estamos, alguns, preparados para a pressão e não a sabemos, ou não queremos aplicar. Só nos podemos queixar de nós próprios, foram feitos ouvidos moucos ao que foi pedido e dito, não fomos altruístas, não assumimos a nossa personalidade, frieza e afastamento do confronto que foi sendo fomentado. Não saímos dignificados, nem mais homens, acima de tudo, não fomos inteligentes, nada ganhamos, fomos atraídos pela picardia, imitamos, adoptamos o caminho da réplica com consequências nefastas. A cópia é sempre pior que o original, com o senão da fotocopiadora só ver uma parte, por ter uma lâmpada queimada pelo numero de impressões já realizadas.
Só é possível tomar tais atitudes se formos iguais e Associação Santa Marta com todo respeito, consideração, estima e prestigio que tem por todas as equipas que fazem parte do campeonato assim como o apreço por todos os Homens nele envolvido sente-se no direito de ser menos igual. Esta referência ao menos igual é apenas a alguns menos iguais. Corremos o risco de na diferença sermos muito piores, mas lutaremos sempre por uma identidade própria, com alguns princípios e valores que nunca se poderão medir pela força ou musculo, tentaremos a verdade, e a verdade dói, como a de hoje, mas só a aceitando nós podemos tornar melhores, mais fortes e "superiores". Temos ser coerentes sabendo que a moeda tem sempre duas faces e uma delas é a boa e outra a má. Quando por livre e espontânea vontade alguém escolhe a face errada só pode existir um caminho.
O caminho da Associação Santa Marta está traçado desde o início da sua participação e no sentido da coerência e para que fique registado de que nem todos os meios são forma de atingir os fins, independentemente da tolerância de todos, assumindo riscos, travamos hoje pelo exemplo o fim de quem assumiu o desvio.
O futebol tem deste imponderáveis e situações difíceis de controlar mas se fosse fácil já todos tínhamos desistido. Nós vamos até ao fim, deste campeonato pelo menos.
Quinta-feira há jogo, para os que podem.
" Não há nada que não aconteça a quem anda à procura de confusão"

Contigo Vais Longe II


As nossa actividades

Finalizadas que foram as “Actividades Solidárias” é hora de fazer o balanço em termos organizacionais e de participação.
A Associação como parte do Consorcio colaborou na organização dentro das suas possibilidades económicas e logísticas sendo a parte mais visível na estreita organização do torneio de futsal e contributo no lanche de todas as crianças que participaram nas actividades. Em todas as actividades o resultado foi positivo e sendo surpreendente a adesão à Francesinha. Existia quem estivesse com medo. O êxito é em particular da coordenadora do projecto Drª Isabel Ferreira e sua equipa. A escola teve um dia vivo de abertura à população e integração. O programa ajudou na sua variedade de actividades em que o momento mais doce foi a eleição do melhor bolo, perdão, estavam todos deliciosos.
No que concerne à participação da equipa de futsal foi a surpresa das surpresas. A Associação foi à final perdendo por 3-2 com a equipa dos já crónicos vencedores a Cruz Vermelha (Núcleo de Sobreira) que venceram pelo segundo ano consecutivo. Parabéns aos vencedores pelas suas qualidades futebolísticas mas essencialmente pela missão que desempenham, só por ela já mereciam vencer.Parabéns aos nossos abnegados atletas, José António, Cláudio, Bruno, Rodolfo, Jaime e Márcio pelo excelente comportamento
Nas noticias

“O Programa Escolhas é um projecto de vários ministérios com alcance a todo o território nacional, e que tem o objectivo de promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos sócio-económicos mais vulneráveis, tendo em consideração o maior risco de exclusão social, procurando a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social. Tendo em conta isto, são desenvolvidos projectos locais de forma a tornar estes objectivos concretizáveis, e os quais em sua maioria já vão na terceira edição, sendo que cada projecto tem a duração de 3 anos.
Um destes projectos é desenvolvido na Escola EB 2,3 de Sobreira, no que resulta de uma parceria de várias entidades locais com o Agrupamento de Escolas de Sobreira, com o título de “Contigo, Vais Longe” e tem como alvo a população de Sobreira, Recarei e Aguiar de Sousa, num total de 335 destinatários. Este projecto já vai na terceira edição e o trabalho que tem efectuado, como o acompanhamento psicológico, o espaço de Internet e cursos de educação e formação, tem-se revelado de grande importância no meio local pelos resultados que tem atingido.
No último 25 de Abril, este projecto realizou na Escola EB 2,3 de Sobreira, as actividades solidárias, que contava no seu programa com um torneio de futsal, prova de orientação, perícia de bicicletas, karaoke e uma festa de francesinhas. Esta actividade contou com uma grande adesão da população que viveu o acontecimento com muita vivacidade, característica dos mais novos. De referir que as receitas dos eventos a realizar por este projecto são para a construção de um espaço físico que funcione como apoio ao Programa Escolhas aqui desenvolvido, daí que toda ajuda é bem vinda.”

In www.progressodepardedes.com.pt

Honra aos Vencedores


De novo vencedores
26-04-2008
Decorreu neste dia 25 de Abril na Escola EB 2+3 de Sobreira o 2º Torneio de futsal integrado num dia de várias actividades no âmbito do Programa Escolhas criado pelo Governo Português para integração dos jovens na comunidade.... e na tão esperada e difícil final a Delegação de Sobreira venceu com dificuldade por 3 a 2 a Associação Santa Marta de Alvre, Aguiar de Sousa.




Decorreu neste dia 25 de Abril na Escola EB 2+3 de Sobreira o 2º Torneio de futsal integrado num dia de várias actividades no âmbito do Programa Escolhas criado pelo Governo Português para integração dos jovens na comunidade.Pelo segundo ano consecutivo esta Delegação da Cruz Vermelha participou neste torneio e mais uma vez tornou-se vencedora, a eliminatória decorreu da parte de manha e a Delegação de Sobreira levou de vencida a equipa da Casa do Povo de Sobreira por 5 a 3, já da parte de tarde, nos quartos de final a Cruz Vermelha venceu o Grupo de Jovens Nova Esperança de Sobreira por 7 a 3, na meia final a Cruz Vermelha defrontou e venceu por 3 a 0 o Grupo de Acólitos de Recarei, e na tão esperada e difícil final a Delegação de Sobreira venceu com dificuldade por 3 a 2 a Associação Santa Marta de Alvre, Aguiar de Sousa.Num dia de grandes emoções desportivas quem valeu pelo convívio entre associações do Sul do Concelho de Paredes, e que ficou mais uma vez patente o grande potencial das instituições na nosso zona.



Texto de CVP Sobreira in www.cvp-sobreira.net

quinta-feira, 24 de abril de 2008

26ª Jornada